Tenho um sério problema com livros... Esses no estilo Meg Cabot, em que existe um narrador que conta sua própria história. Na maioria das vezes, meninas da minha idade que vivem uma história envolvida por amor e mistérios. Pior ainda quando essas histórias me envolvem tanto que eu fico até de madrugada para terminar de ler, como ontem.
E depois de ler, fico submersa no universo no livro, pensando na história e tendo frios na barriga quando lembro de algum pedaço em que a menina beija o menino lindo de uma forma bem caliente. Engraçado não? Ah, acontece as vezes também de eu sonhar umas duas ou três noites seguidas com os acontecimentos do livro porque fui dormir criando histórias com ele na cabeça.
Uma coisa boa é que eu sei que não é real, e que o que se passa na história é meio que impossível de acontecer(mas posso sonhar é claro). Mas mesmo assim sempre tenho aquela frustração com coisas irreais. Tipo as histórias do Harry Potter, ou algum filme de magia. Eu queria realmente que existisse magia, poderes, bruxas, fadas, duendes. Sei que muitos vão ler (ou ninguém) e pensar que isso é coisa de menina de 10 anos e não de 17. Mas qual o problema? Minha vida inteira eu gostei dessas coisas... fantasias, sonhos, mágicas!
Me lembro que a primeira vez que assisti Ponte para Terabítia não gostei muito do filme, primeiro porque a atriz principal morre, e segundo, porque eles deixam bem claro que a terra mágica vem da cabeça das crianças que atuam no filme, ela não existe.
Não gosto disso, gosto de pensar que existe... Mesmo sabendo que não existe. Compreendem?
Gosto de ter aqueles sonhos de criança que quando assistem Harry Potter ficam ansiosas até seus 11 anos esperando que recebam uma carta de uma coruja para ir à Hogwarts(aconteceu comigo sim).
Gosto de ir dormir pensando como seria se fosse comigo, se fosse eu que fizesse toda a mágica da história... E acho que não muda tão cedo.
Nenhum comentário:
Postar um comentário